sábado, 21 de maio de 2011

Prévia: Legend of Zelda: Ocarina of Time

Desde o anúncio oficial do Nintendo 3DS na E3 2010, um dos primeiros - e mais aguardados - games revelados é este "The Legend of Zelda: Ocarina of Time". A ansiedade não é por menos: trata-se de um dos títulos mais aclamados da franquia, considerado por muitas pessoas como o melhor game de todos os tempos, e que aparece pela primeira vez oficialmente em um console portátil.

Não só isso, o remake vem com gráficos renovados e o tão alardeado efeito ao 3D estereoscópico do Nintendo 3DS, permitindo experimentar toda a magia do mundo de Hyrule com sensação de profundidade. O carisma imortal do clássico e os requintes visuais já justificam a experiência para quem nunca jogou "Ocarina of Time", mas será que são o bastante para convencer até os veteranos?

A lenda em uma nova dimensão

O principal destaque deste remake, claro, além do fato de ser portátil, é o uso do efeito tridimensional do Nintendo 3DS. Pelo que foi possível testar em uma versão preliminar do game, o truque é eficiente, mas, a exemplo do que acontece em tantos outros jogos do videogame, é dispensável, servindo apenas como uma novidade temporária.

Seja você antigo explorador de Hyrule ou um novo aventureiro, dificilmente terá paciência de encarar a extensa jornada com o 3D ligado o tempo todo. Ainda assim, a característica deve funcionar de maneira interessante em ambientes mais elaborados, como Kakariko Village, a fortaleza Gerudo e os diversos calabouços - em especial os enfrentados com a versão adulta de Link. Será que o templo da água vai ficar menos difícil agora em 3D?

Uma novidade mais prática de "Zelda: Ocarina of Time 3D" é o uso do giroscópio do aparelho. Agora, ao ativar a visão em primeira pessoa é possível vasculhar os arredores apenas movimentando o portátil. Vale o mesmo para a mira do estilingue e arco-e-flecha e é de se esperar que o mesmo ocorra com outros minigames, como o de pescaria.

Um detalhe menor que promete tornar a experiência mais agradável em "Ocarina of Time 3D" é o uso da tela de toque inferior do 3DS para gerenciar os itens do inventário de Link. Nada mais de pausar a ação para trocar os equipamentos - algo que certamente ajudará muito no famigerado templo da água, em que é preciso colocar e retirar o par de botas de ferro várias vezes.

O pequeno cartucho carrega ainda consigo uma raridade: a versão Master Quest de "Ocarina of Time". Lançada apenas em coletâneas para o GameCube, a Master Quest apresenta o mesmo jogo, mas com calabouços bem mais difíceis.

Se isso não é desafio o bastante, ainda há a adição do modo Boss Rush, em que é possível enfrentar os chefes do jogo, ou um por vez ou então em sucessão, com um aparecendo logo após derrotar o outro, para testar suas habilidades de sobrevivência com Link.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

LA Noire mudará o mundo dos games

Em 2010 a Rockstar mostrou ao mundo que é possível fazer do faroeste um gênero interessante para os videogames. Não só isso: “Red Dead Redemption” se tornou um dos maiores sucessos de crítica e venda. Agora a empresa está dando outro passo importante, só que agora é para os ‘jogos de época’.

Essa é a aposta da empresa ao entregar “L.A. Noire” contando a história de Cole Phelps nas ruas de Los Angeles e aqui você confere cinco motivos para ficar esperando por esse jogo que promete mudar a forma que vemos os jogos em terceira pessoa.



História

Assim como a maioria dos games da Rockstar, “L.A. Noire” preza pela história. Você vai acompanhar o crescimento de Cole Phelps, um ex-fuzileiro que voltou da 2ª Guerra Mundial e recomeça a reconstruir a sua vida. Ele vai trabalhar na polícia de Los Angeles e começa a se destacar entre os outros policias da força.

No início da carreira, Phelps vai apenas responder chamados de patrulha e preparar o terreno para os investigadores. Mas sua perspicácia e olhar objetivos vão se mostrando úteis para a força policial. Em pouco tempo Phelps se torna um dos principais detetives da cidade e é chamado para investigar os crimes mais estranhos de LA.

O que surpreende é que todos os crimes que estão no jogo aconteceram de verdade, sendo que alguns não foram resolvidos, ou seja, vai ficar ao encargo do jogador resolvê-los e colocar um ponto final.



Investigação



Poucos jogos de detetive têm o mesmo espírito investigativo que “L.A. Noire” (“Under a Killer Moon” e “Heavy Rain” são os que mais se aproximam). No jogo Phelps vai ter que procurar pistas que indicam quem é o criminoso e qual foi o motivo.



As Expressões



Todos os personagens de “L.A. Noire” são interpretados por atores reais. Alguns você até conhece, como é o caso de Aaron Staton que encarnou Cole Phelps, John Noble que é Leland Monroe e Andrew Connolly, que faz o papel do capitão James Donnelly.

Esses atores foram consagrados por suas atuações em filmes e séries de TV e não só emprestaram suas vozes, como também todos os seus dotes artísticos mostrando todas as suas feições durante as falas. Dessa forma, o jogador vai poder ver se um suspeito está mentindo ou se está falando a verdade – uma experiência sem igual no mundo dos games.














Tiroteios



Como um bom jogo de videogame, não pode faltar ação e como este jogo tem a marca da Rockstar, é de se esperar que muitas balas vão sair dos canos dos revolveres dos criminosos e dos policiais. Além disso, o game vai ter muitas cenas de perseguição, fazendo com que o jogador fique sentado na ponta do sofá a cada curva fechada que encontra pelo caminho.

O mais interessante é que Cole não é um bandido, então não espere encontrar um carro na rua e tirar o motorista do volante como fazia Nico Bellic em “Grand Theft Auto IV”. Cole é um policial ‘gente fina e sempre está disposto a fazer o bem – ou seja, não espere que ele saia na rua disparando contra pessoas inocentes.



Rockstar




Honestamente. Você lembra de algum jogo ruim da Rockstar? Até o piorzinho da empresa (“Manhunt”) é melhor que muitos jogos que vemos por aí. O lançamento de “Red Dead Redemption”, no ano passado, fui um dos exemplos de como a empresa consegue mudar a ideia das pessoas que pensam que um gênero “não dá certo nos videogames”. Espere para ver muita intriga, uma história envolvente e ação do início ao fim e, depois de chegar ao final, ficar pedindo por mais.
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Bom, é isso, agora é só esperar esse grande jogo da Rockstar Games



quarta-feira, 18 de maio de 2011

Assassin Creed Revelations

Primeiro, me desculpem por não estar postando... Realmente pensei em abandonar o blog, mas agora vamos voltar com tudo!!

Em sua última edição, a revista Game Informer teve na capa Assassin's Creed: Revelations! A matéria sobre o jogo ocupou 12 páginas, então obviamente teve um monte de revelações sobre a bagaça. Mas algumas delas já adiantaram.

Revelations será “o capítulo final da saga de Ezio”, revelando exatamente como ele, Altair e Desmond se conectam na trilogia. Aliás, os três serão personagens controláveis no game. Foi revelado também que cada jogo apenas é numerado a cada personagem novo, então ainda não existe um Assassin Creed III, isso deixou os fãs da série felizes, com possiveis continuações.

A história se passa em Constantinopla, no auge do Império Otomano. A cidade, atual Istambul (capital da Turquia), foi a maior e mais rica da Europa durante a Idade Média.

Com suporte para multiplayer, Assassin's Creed: Revelations deve ser lançado no final do ano para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.

Da uma olhada no novo estilo do Ezio =D

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Confira os lançamentos da semana no mundo dos games


PC

Dying for Daylight
Fate of the World
Lucent Heart
The Kings’ Crusade: Arabian Nights
You Don’t Know Jack (2011)
Two Worlds II
Test Drive Unlimited 2

XBOX 360
TNT Racers
Test Drive Unlimited 2
Body and Brain Connection
You Don’t Know Jack

PS3
You Don’t Know Jack
Trinity: Souls of Zill O’ll
Test Drive Unlimited 2

WII
You Don’t Know Jack
Spot the Differences!
Mario Sports Mix

DS
Magical Zhu Zhu Princess: Carriages & Castles
You Don’t Know Jack
Naruto Shippuden: Shinobi Rumble
Boom Boom Squaries
Boom Boom Squaries
GO Series: Dark Spirits


Muito se fala das relações existentes entre os games e o outro lado do entretenimento, como quadrinhos, filmes e literatura. Será por meio de um workhop, que a mestranda Sabrina Carmona, irá esmiuçar essa interessante ligação.

O evento ocorrerá no Museu da imagem e do Som e terá disponível apenas 12 vagas.

Parte do ciclo de workshops “Mapa do Jogo: práticas, teorias & produção de games”, que tem curadoria de Lúcia Santaella, este módulo parte do entendimento dos games quanto uma linguagem expressiva da contemporaneidade que estabelece interfaces com diversas outras linguagens e formas de expressão. Serão analisadas as mútuas transformabilidades existentes e possíveis entre os games e as formas expressivas das artes, da comunicação, do design e da tecnologia. Ao final do módulo, os alunos desenvolverão seus próprios projetos de criação explorando tais interfaces, favorecendo a reflexão e a pratica interdisciplinar.

Sobre a ministrante
Graduada em Tecnologia em Jogos Digitais pela PUC-SP, atualmente realiza Mestrado em Comunicação e Semiótica. É também coordenadora executiva do CS: Games, Grupo de Pesquisa Semiótica sobre a Linguagem dos Games da PUC-SP. Trabalha como Game Director na Loopix Entretenimento, desenvolvendo games e projetos, coordenando uma equipe de Game Development.

Para mais informações, entre aqui.

Assassin’s Creed: Brotherhood vai lhe transportar para a Itália do século XVI. O terceiro jogo da franquia mostra uma grande evolução no que diz respeito à primeira versão, mas um ganho muito restrito com relação ao título anterior. Inclusive, a impressão que fica é de que se trata de uma expansão de Assassin’s Creed 2. A novidade fica por conta do novo modo multiplayer.

O enredo segue com a história de Ezio Auditore da Firenze, um assassino que perdeu a família e busca vingança. Você vai retomar a história exatamente de onde parou em AC2. A vila onde Ezio mora é destruída pela família Borgia e, a partir daí, você embarca em uma viagem sem volta,

buscando acabar com os cavaleiros templários que estão próximos de colocarem as mãos em um grande poder. No caminho, encontra personagens importantes da história global, como Nicolau Maquiavel e Leonardo da Vinci, mas cuidado em quem você confia. Lembre-se você não está sozinho.


A jogabilidade é basicamente a mesma encontrada nos games anteriores da série e vai lhe ajudar a correr pelas ruas e escalar paredes com grande facilidade. Depois de poucos minutos, você estará fazendo, de maneira bastante intuitiva, coisas que nunca imaginou fazer. Os assassinatos também são bastante simples e distintos. Quando perceber, já estará distribuindo facadas em inimigos das maneiras mais variadas possível. Em pouco tempo, você estará mandando um “resquiescat in pace” para os seus adversários. Agora, um dos pontos fracos são os combates. Apesar da grande quantidade de recursos e armas, com o passar das missões será possível notar que os combates são repetitivos e, no fim, pouco factíveis. Logo, Ezio estará cercado de guardas que ficam parados esperando para atacar. Você investirá em um deles, enquanto os outros aguardam para desferir o primeiro ataque. Os movimentos não mudam muito e podem te deixar um tanto quanto cansado, o que provavelmente o fará pensar duas vezes antes de provocar uma briga. Em suma, os combates parecem travados, pois não fluem com naturalidade. Mas nem tudo está perdido nos combates, os ataques de Ezio ficaram mais rápidos, fazendo o jogador usar golpes novos, e além de novos sistemas, como poder arremeçar armas pesadas.

Mas a salvação é a sua irmandade (brotherhood) de assassinos prontos para agir a um toque no botão. Em pequenas missões paralelas, você pode salvar uma pessoa atacada por guardas e convocá-la para atuar ao seu lado. Os assassinos vão evoluindo conforme o treinamento e os combates aos quais são submetidos. Uma jogada bem sacada e inteligente desta nova versão. Afinal de contas, ninguém faz sucesso sozinho.

No modo multiplayer, você colocará à prova suas habilidades como assassino contra jogadores ao redor do mundo. São muitas as opções de jogo e existe um sistema que permite a sua evolução em níveis, que vão desbloquear habilidades e assim sucessivamente. Apesar da mecânica ser diferente, a essência é a mesma.





Os gráficos são o ponto forte do game. Os detalhes das principais construções desta época fazem com que você se sinta, de fato, em Roma no ano de 1.500 e do Império Romano. E é justamente o cenário de Assassin’s Creed: Brotherhood o grande trunfo deste jogo. Você vai poder explorar cada esquina, cada beco, cada telhado da capital italiana e ficar deslumbrado com a riqueza de detalhes. Realmente, a produtora Ubisoft dedicou muito empenho neste quesito, que ficou extremamente caprichado.

Em linhas gerais, Assassin’s Creed: Brotherhood possui os mesmo atributos que fizeram com que o segundo título da franquia impulsionasse as vendas da série e ainda conta com novos aspectos, como objetivos alternativos e a irmandade de assassinos. Contudo, peca pela repetitividade das missões e dos combates, que poderiam ser melhor explorados. Os gráficos são de tirar o fôlego e o cenário faz com que esse jogo seja único. No geral, é um bom jogo que atende bem ao que se propõe, que é dar liberdade ao jogador.


Apesar de já contar com dois títulos anteriores, em que Marcus Fenix decompõe diversos alienígenas munido da serra-elétrica mais ensanguentada dos games, a raça humana continua em iminência de extermínio.

Por outro lado, os locust não comemoram nenhuma vitória, já que suas forças começam a se esvair ao enfrentar não somente humanos, mas também os lambent. A horda Locust, que considerava os lambet uma forma de vida inferior e parasitária, está cada vez mais escassa, mas mantém-se firme na tentativa de conquistar Seran.

Para piorar a ambiência de “Gears of War 3”, a organização responsável por deter a ameaça Locust – conhecida como COG (Coalition of Ordered Governments) – foi desmantelada, e seu presidente, Prescott está desaparecido.

Os poucos remanescentes da espécie humana se aglomeram em um navio chamado Raven’s Nest, que sofre ataques e emboscadas de monstros que emergem das águas. A dupla de heróis também suporta problemas pessoais: Adam Fenix, pai do musculoso protagonista está vivo, mas é prisioneiro da rainha Locust. E Dom, melhor amigo de Marcus, desenvolveu um gosto por álcool nada saudável.