domingo, 29 de maio de 2011

Teaser Trailer do Assassin Creed Revelations

Aleluia! Primeiro teaser trailer do Assassin Creed Revelations!
Confira ele aqui, com algumas screens comentadas no final!

O Trailer Completo está previsto para 6 de Junho.






sábado, 21 de maio de 2011

Prévia: Legend of Zelda: Ocarina of Time

Desde o anúncio oficial do Nintendo 3DS na E3 2010, um dos primeiros - e mais aguardados - games revelados é este "The Legend of Zelda: Ocarina of Time". A ansiedade não é por menos: trata-se de um dos títulos mais aclamados da franquia, considerado por muitas pessoas como o melhor game de todos os tempos, e que aparece pela primeira vez oficialmente em um console portátil.

Não só isso, o remake vem com gráficos renovados e o tão alardeado efeito ao 3D estereoscópico do Nintendo 3DS, permitindo experimentar toda a magia do mundo de Hyrule com sensação de profundidade. O carisma imortal do clássico e os requintes visuais já justificam a experiência para quem nunca jogou "Ocarina of Time", mas será que são o bastante para convencer até os veteranos?

A lenda em uma nova dimensão

O principal destaque deste remake, claro, além do fato de ser portátil, é o uso do efeito tridimensional do Nintendo 3DS. Pelo que foi possível testar em uma versão preliminar do game, o truque é eficiente, mas, a exemplo do que acontece em tantos outros jogos do videogame, é dispensável, servindo apenas como uma novidade temporária.

Seja você antigo explorador de Hyrule ou um novo aventureiro, dificilmente terá paciência de encarar a extensa jornada com o 3D ligado o tempo todo. Ainda assim, a característica deve funcionar de maneira interessante em ambientes mais elaborados, como Kakariko Village, a fortaleza Gerudo e os diversos calabouços - em especial os enfrentados com a versão adulta de Link. Será que o templo da água vai ficar menos difícil agora em 3D?

Uma novidade mais prática de "Zelda: Ocarina of Time 3D" é o uso do giroscópio do aparelho. Agora, ao ativar a visão em primeira pessoa é possível vasculhar os arredores apenas movimentando o portátil. Vale o mesmo para a mira do estilingue e arco-e-flecha e é de se esperar que o mesmo ocorra com outros minigames, como o de pescaria.

Um detalhe menor que promete tornar a experiência mais agradável em "Ocarina of Time 3D" é o uso da tela de toque inferior do 3DS para gerenciar os itens do inventário de Link. Nada mais de pausar a ação para trocar os equipamentos - algo que certamente ajudará muito no famigerado templo da água, em que é preciso colocar e retirar o par de botas de ferro várias vezes.

O pequeno cartucho carrega ainda consigo uma raridade: a versão Master Quest de "Ocarina of Time". Lançada apenas em coletâneas para o GameCube, a Master Quest apresenta o mesmo jogo, mas com calabouços bem mais difíceis.

Se isso não é desafio o bastante, ainda há a adição do modo Boss Rush, em que é possível enfrentar os chefes do jogo, ou um por vez ou então em sucessão, com um aparecendo logo após derrotar o outro, para testar suas habilidades de sobrevivência com Link.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

LA Noire mudará o mundo dos games

Em 2010 a Rockstar mostrou ao mundo que é possível fazer do faroeste um gênero interessante para os videogames. Não só isso: “Red Dead Redemption” se tornou um dos maiores sucessos de crítica e venda. Agora a empresa está dando outro passo importante, só que agora é para os ‘jogos de época’.

Essa é a aposta da empresa ao entregar “L.A. Noire” contando a história de Cole Phelps nas ruas de Los Angeles e aqui você confere cinco motivos para ficar esperando por esse jogo que promete mudar a forma que vemos os jogos em terceira pessoa.



História

Assim como a maioria dos games da Rockstar, “L.A. Noire” preza pela história. Você vai acompanhar o crescimento de Cole Phelps, um ex-fuzileiro que voltou da 2ª Guerra Mundial e recomeça a reconstruir a sua vida. Ele vai trabalhar na polícia de Los Angeles e começa a se destacar entre os outros policias da força.

No início da carreira, Phelps vai apenas responder chamados de patrulha e preparar o terreno para os investigadores. Mas sua perspicácia e olhar objetivos vão se mostrando úteis para a força policial. Em pouco tempo Phelps se torna um dos principais detetives da cidade e é chamado para investigar os crimes mais estranhos de LA.

O que surpreende é que todos os crimes que estão no jogo aconteceram de verdade, sendo que alguns não foram resolvidos, ou seja, vai ficar ao encargo do jogador resolvê-los e colocar um ponto final.



Investigação



Poucos jogos de detetive têm o mesmo espírito investigativo que “L.A. Noire” (“Under a Killer Moon” e “Heavy Rain” são os que mais se aproximam). No jogo Phelps vai ter que procurar pistas que indicam quem é o criminoso e qual foi o motivo.



As Expressões



Todos os personagens de “L.A. Noire” são interpretados por atores reais. Alguns você até conhece, como é o caso de Aaron Staton que encarnou Cole Phelps, John Noble que é Leland Monroe e Andrew Connolly, que faz o papel do capitão James Donnelly.

Esses atores foram consagrados por suas atuações em filmes e séries de TV e não só emprestaram suas vozes, como também todos os seus dotes artísticos mostrando todas as suas feições durante as falas. Dessa forma, o jogador vai poder ver se um suspeito está mentindo ou se está falando a verdade – uma experiência sem igual no mundo dos games.














Tiroteios



Como um bom jogo de videogame, não pode faltar ação e como este jogo tem a marca da Rockstar, é de se esperar que muitas balas vão sair dos canos dos revolveres dos criminosos e dos policiais. Além disso, o game vai ter muitas cenas de perseguição, fazendo com que o jogador fique sentado na ponta do sofá a cada curva fechada que encontra pelo caminho.

O mais interessante é que Cole não é um bandido, então não espere encontrar um carro na rua e tirar o motorista do volante como fazia Nico Bellic em “Grand Theft Auto IV”. Cole é um policial ‘gente fina e sempre está disposto a fazer o bem – ou seja, não espere que ele saia na rua disparando contra pessoas inocentes.



Rockstar




Honestamente. Você lembra de algum jogo ruim da Rockstar? Até o piorzinho da empresa (“Manhunt”) é melhor que muitos jogos que vemos por aí. O lançamento de “Red Dead Redemption”, no ano passado, fui um dos exemplos de como a empresa consegue mudar a ideia das pessoas que pensam que um gênero “não dá certo nos videogames”. Espere para ver muita intriga, uma história envolvente e ação do início ao fim e, depois de chegar ao final, ficar pedindo por mais.
___
Bom, é isso, agora é só esperar esse grande jogo da Rockstar Games



quarta-feira, 18 de maio de 2011

Assassin Creed Revelations

Primeiro, me desculpem por não estar postando... Realmente pensei em abandonar o blog, mas agora vamos voltar com tudo!!

Em sua última edição, a revista Game Informer teve na capa Assassin's Creed: Revelations! A matéria sobre o jogo ocupou 12 páginas, então obviamente teve um monte de revelações sobre a bagaça. Mas algumas delas já adiantaram.

Revelations será “o capítulo final da saga de Ezio”, revelando exatamente como ele, Altair e Desmond se conectam na trilogia. Aliás, os três serão personagens controláveis no game. Foi revelado também que cada jogo apenas é numerado a cada personagem novo, então ainda não existe um Assassin Creed III, isso deixou os fãs da série felizes, com possiveis continuações.

A história se passa em Constantinopla, no auge do Império Otomano. A cidade, atual Istambul (capital da Turquia), foi a maior e mais rica da Europa durante a Idade Média.

Com suporte para multiplayer, Assassin's Creed: Revelations deve ser lançado no final do ano para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.

Da uma olhada no novo estilo do Ezio =D

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Confira os lançamentos da semana no mundo dos games


PC

Dying for Daylight
Fate of the World
Lucent Heart
The Kings’ Crusade: Arabian Nights
You Don’t Know Jack (2011)
Two Worlds II
Test Drive Unlimited 2

XBOX 360
TNT Racers
Test Drive Unlimited 2
Body and Brain Connection
You Don’t Know Jack

PS3
You Don’t Know Jack
Trinity: Souls of Zill O’ll
Test Drive Unlimited 2

WII
You Don’t Know Jack
Spot the Differences!
Mario Sports Mix

DS
Magical Zhu Zhu Princess: Carriages & Castles
You Don’t Know Jack
Naruto Shippuden: Shinobi Rumble
Boom Boom Squaries
Boom Boom Squaries
GO Series: Dark Spirits

Assassin’s Creed: Brotherhood vai lhe transportar para a Itália do século XVI. O terceiro jogo da franquia mostra uma grande evolução no que diz respeito à primeira versão, mas um ganho muito restrito com relação ao título anterior. Inclusive, a impressão que fica é de que se trata de uma expansão de Assassin’s Creed 2. A novidade fica por conta do novo modo multiplayer.

O enredo segue com a história de Ezio Auditore da Firenze, um assassino que perdeu a família e busca vingança. Você vai retomar a história exatamente de onde parou em AC2. A vila onde Ezio mora é destruída pela família Borgia e, a partir daí, você embarca em uma viagem sem volta,

buscando acabar com os cavaleiros templários que estão próximos de colocarem as mãos em um grande poder. No caminho, encontra personagens importantes da história global, como Nicolau Maquiavel e Leonardo da Vinci, mas cuidado em quem você confia. Lembre-se você não está sozinho.


A jogabilidade é basicamente a mesma encontrada nos games anteriores da série e vai lhe ajudar a correr pelas ruas e escalar paredes com grande facilidade. Depois de poucos minutos, você estará fazendo, de maneira bastante intuitiva, coisas que nunca imaginou fazer. Os assassinatos também são bastante simples e distintos. Quando perceber, já estará distribuindo facadas em inimigos das maneiras mais variadas possível. Em pouco tempo, você estará mandando um “resquiescat in pace” para os seus adversários. Agora, um dos pontos fracos são os combates. Apesar da grande quantidade de recursos e armas, com o passar das missões será possível notar que os combates são repetitivos e, no fim, pouco factíveis. Logo, Ezio estará cercado de guardas que ficam parados esperando para atacar. Você investirá em um deles, enquanto os outros aguardam para desferir o primeiro ataque. Os movimentos não mudam muito e podem te deixar um tanto quanto cansado, o que provavelmente o fará pensar duas vezes antes de provocar uma briga. Em suma, os combates parecem travados, pois não fluem com naturalidade. Mas nem tudo está perdido nos combates, os ataques de Ezio ficaram mais rápidos, fazendo o jogador usar golpes novos, e além de novos sistemas, como poder arremeçar armas pesadas.

Mas a salvação é a sua irmandade (brotherhood) de assassinos prontos para agir a um toque no botão. Em pequenas missões paralelas, você pode salvar uma pessoa atacada por guardas e convocá-la para atuar ao seu lado. Os assassinos vão evoluindo conforme o treinamento e os combates aos quais são submetidos. Uma jogada bem sacada e inteligente desta nova versão. Afinal de contas, ninguém faz sucesso sozinho.

No modo multiplayer, você colocará à prova suas habilidades como assassino contra jogadores ao redor do mundo. São muitas as opções de jogo e existe um sistema que permite a sua evolução em níveis, que vão desbloquear habilidades e assim sucessivamente. Apesar da mecânica ser diferente, a essência é a mesma.





Os gráficos são o ponto forte do game. Os detalhes das principais construções desta época fazem com que você se sinta, de fato, em Roma no ano de 1.500 e do Império Romano. E é justamente o cenário de Assassin’s Creed: Brotherhood o grande trunfo deste jogo. Você vai poder explorar cada esquina, cada beco, cada telhado da capital italiana e ficar deslumbrado com a riqueza de detalhes. Realmente, a produtora Ubisoft dedicou muito empenho neste quesito, que ficou extremamente caprichado.

Em linhas gerais, Assassin’s Creed: Brotherhood possui os mesmo atributos que fizeram com que o segundo título da franquia impulsionasse as vendas da série e ainda conta com novos aspectos, como objetivos alternativos e a irmandade de assassinos. Contudo, peca pela repetitividade das missões e dos combates, que poderiam ser melhor explorados. Os gráficos são de tirar o fôlego e o cenário faz com que esse jogo seja único. No geral, é um bom jogo que atende bem ao que se propõe, que é dar liberdade ao jogador.


Apesar de já contar com dois títulos anteriores, em que Marcus Fenix decompõe diversos alienígenas munido da serra-elétrica mais ensanguentada dos games, a raça humana continua em iminência de extermínio.

Por outro lado, os locust não comemoram nenhuma vitória, já que suas forças começam a se esvair ao enfrentar não somente humanos, mas também os lambent. A horda Locust, que considerava os lambet uma forma de vida inferior e parasitária, está cada vez mais escassa, mas mantém-se firme na tentativa de conquistar Seran.

Para piorar a ambiência de “Gears of War 3”, a organização responsável por deter a ameaça Locust – conhecida como COG (Coalition of Ordered Governments) – foi desmantelada, e seu presidente, Prescott está desaparecido.

Os poucos remanescentes da espécie humana se aglomeram em um navio chamado Raven’s Nest, que sofre ataques e emboscadas de monstros que emergem das águas. A dupla de heróis também suporta problemas pessoais: Adam Fenix, pai do musculoso protagonista está vivo, mas é prisioneiro da rainha Locust. E Dom, melhor amigo de Marcus, desenvolveu um gosto por álcool nada saudável.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Um Mundo Cinza


Tradicionalmente, os enredos de jogos de videogame são apresentados de uma forma maniqueísta. Um mundo preto e branco no qual o jogador sempre sabe de qual lado está (via de regra, no lado que o jogo facilmente identifica como sendo o lado do “bem”). O antagonista é apresentado como o mal encarnado, que age apenas de forma corrupta, enquanto o protagonista combate esse ser maléfico através de atos de pura virtude.

Mesmo quando os jogos apresentam “anti-heróis”, até os atos moralmente mais condenáveis do protagonista são facilmente justificados diante das circunstâncias.

A partir do momento em que os jogos passam a conferir maior interação do jogador, surgem as possibilidades de escolha dos atos, naquilo que popularmente ficou conhecido como “decisões morais”. Diversos jogos recentes passaram a adotar essa figura. Na maioria das vezes, contudo, isso não foi capaz de quebrar o maniqueísmo do enredo.

Bioshock pode conceder ao jogador a opção de salvar as “little sisters” ou “consumi-las”. Pode até mesmo procurar atrair o jogador para opção que implica a morte das crianças com uma recompensa atraente, mas ninguém em sã consciência tem dúvida de qual ação é a mais “correta”. Em raras oportunidades, Niko Bellic tem a opção, em GTA IV, de eliminar alguém, ou poupar a vida do alvo, mas dada a opção entre misericórdia e fuzilamento de um homem rendido, é difícil imaginar que alguém possa ter dúvida razoável de qual ação é moralmente mais correta.

Mas se um jogo deseja reproduzir conflitos e decisões morais, é necessário ao menos que seja capaz de criar um conflito moral no jogador a respeito de sua decisão, caso contrário vira apenas um simples estratagema para saciar a curiosidade do jogador a respeito “do que aconteceria” caso uma ou outra decisão fosse tomada.

Até mesmo jogos que procuram dar várias opções de abordagem ao jogador, como Mass Effect ou Fallout 3 sentem a necessidade de, ao menos, “quantificar” a decisão moral do jogador de tal forma que o jogador saiba se está seguindo o caminho do “bem”ou do “mal”. A franquia Fable, desde sua origem, além de deixar claro para qual lado do espectro moral as decisões do jogador pendem, não apenas as quantifica como ainda as reproduz esteticamente na aparência do personagem.

Mas decisões morais, contudo, não costumam ser um conflito entre o preto e o branco. Se assim fosse, não se estaria diante da necessidade de uma decisão. A escolha seria evidente. Os problemas surgem porque não raras vezes as decisões morais são apresentadas nas mais variadas matizes de cinza.

Pode ser exagero esperar que um jogo seja capaz de reproduzir a complexidade das decisões morais de um ser humano, mas nada impede que seja capaz de propor dilemas ao jogador que colocam suas decisões nessa tradicional zona “gris”.

The Witcher é um título emblemático nesse aspecto, já que é capaz de propor conflitos contínuos para o jogador cuja solução correta simplesmente não existe, e mesmo quando o jogador experimenta as variadas possibilidades de solução, é possível que após ver as consequencias de seus atos ainda assim não seja capaz de assinalar qual decisão seria melhor. Como os jogos sempre criam situações limítrofes, as possibilidades de criação desse tipo de cenário são muito amplas e lentamente começam a ser exploradas pela indústria. Pode ser desde uma decisão entre salvar a vida de uma inocente exposta ao risco por culpa do jogador ou a de centenas de desconhecidos igualmente inocentes, como ocorre em Alpha Protocol, ou decidir se alinhar a diversas facções em Fallout: New Vegas, todas elas com seus prós e contras, ou ainda se dividir entre por em risco a própria vida para salvar a de seu filho, como em Heavy Rain.

Há um potencial ainda muito grande para ser explorado dentro dessa zona cinzenta que forma o espaço das decisões morais que podem ser apresentadas ao jogador, sem que isso diminua o escapismo natural que se espera de um jogo de videogame, mas possibilidade maios imersão e ligação emocional do jogador com aquilo que se passa na tela.


XBOX 360
Mindjack

PS3
LittleBigPlanet 2
Mindjack
Mass Effect 2

PC
Venetica
Monday Night Combat
The Mysterious Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde
Touch ‘N’ Play Collection
Plants vs. Zombies
Glory Days – Tactical Defense

Wii
Doc Clock: The Toasted Sandwich of Time


Há dois anos, a desenvolvedora Ready at Dawn, após o lançamento de “God of War: Chains of Olympus” para PSP, declarou oficialmente que não iria mais criar jogos para o portátil. A empresa chegou ao extremo de divulgar publicamente fotos de kits de desenvolvimento devolvidos pelo correio, e na época isso soou como um "basta".

Obviamente, eles queriam deixar claro que eles estavam prontos para desenvolver jogos para consoles de mesa, por isso, foi com surpresa que vimos a notícia de que eles iriam desenvolver mais um título da série “God of War” para PSP.

A impressão é a de que eles foram obrigados a fazer mais um jogo e que, nessas condições, o resultado só poderia ser abaixo da média. Mas, surpreendentemente, “God of War: Ghost of Sparta” é um título fantástico, que demonstra, acima de tudo, a competência da desenvolvedora ao abordar uma mesma fórmula.

A história de “Ghost of Sparta” gira em torno do relacionamento de Kratos com a sua família, a sua mãe Callisto e principalmente o seu irmão Deimos. Enquanto a narrativa é provavelmente a melhor da série, isso é apenas uma desculpa para o espartano fazer o que ele sempre fez em todos os jogos, ou seja, trucidar tudo que ele vê pela frente.

E é nesse departamento que o jogo brilha, apesar das deficiências da tela do PSP. O combate é fluído, violento, e consegue até mesmo introduzir elementos novos dentro da mesmice que são as batalhas da série. Os inéditos Thera's Bane e Arms os Sparta introduzem uma nova camada de estratégia, no qual o jogador tem acesso a ferramentas que não dependem da barra de magia.

Outros aspectos do jogo não são tão originais: algumas batalhas com chefes são bastante similares aos confrontos de jogos anteriores da série e várias das localidades também são reusadas. Um dos cenários originais, a cidade de Atlantis, é revisitada mais tarde no jogo, e a cidade de Sparta, um local de relativa importância na história de Kratos, é apenas brevemente visitada.

Fãs da série também irão se cansar de enfrentar pela milionésima vez os mesmos minotauros, ciclopes e medusas, velhos conhecidos desde o primeiro “God of War”. Mas o jogo compensa isso ao conseguir colocar uma quantidade maior de inimigos ao mesmo tempo na tela, apesar de obviamente não chegar ao nível de “God of War III”.

“Ghost of Sparta” é um típico exemplo de um jogo de uma franquia excessivamente explorada, mas que, assim como Halo, consegue manter um nível de qualidade consistente.

É um excelente jogo, e, considerando as limitações do sistema, é um feito impressionante da Ready of Dawn. A desenvolvedora mais que provou a sua competência, já está mais que na hora de a empresa ter chance de trabalhar em algum jogo original: vamos apenas torcer para que a Sony não invente de querer criar alguma outra side-story de “God of War” com algum primo desconhecido ou algo absurdo como “God of War: Spartan”.

Fãs de Assassin Creed. Aqui está o mais novo personagem do modo Multiplayer, The Thief!



O argentino Lionel Messi teve um ano de glórias, que só não foi completo pela perda do título da copa do Mundo. em contrapartida, foi eleito o melhor jogador de 2010 pela Fifa e estampou a capa do jogo Pro Evolution Soccer 11.

Mas uma informação de bastidores chamou a atenção que quem gosta de games e principalmente pelos apaixonados em futebol virtual.

O craque do barcelona adora jogar Fifa 11.

A declaração foi feita pelo companheiro de equipe, Gerard Piqué, que também é fã do jogo. Na ocasião, o jogador espanhol disse que Messi disputou uma final de um campeonato realizado entre os atletas do clube, mas teria perdido a final para o próprio Piqué por 3 a o. Curioso, não?

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Confira os lançamentos da semana no mundo dos games

Wii
Babysitting Mama
The Biggest Loser Challenge
Honda Fever
Megamind: Mega Team Unite
Battle of Giants: Dinosaurs Strike
Family Party: 90 Great Games Party Pack
Jeopardy!
Are You Smarter Than a 5th Grader? Back to School
GoldenEye 007
Cabela’s Dangerous Hunts 2011
The Amazing Race
Wheel of Fortune
Minute to Win It
Robox
PokePark Wii: Pikachu’s Adventure

Mac
Football Manager 2011
Haunted Domains

PC

Football Manager 2011
James Bond 007: Blood Stone
Bronze
Sushi Bar Express
Tommy Tronic
Pinball Yeah
Haunted Domains

PSP
Football Manager Handheld 2011
Mercury Limited Edition Bundle
Pro Evolution Soccer 2011
Ys: The Oath in Felghana
EyePet PSP
God of War: Ghost of Sparta

PS2
Dora’s Big Birthday Adventure
Pro Evolution Soccer 2011
Toy Story 3

PS3
Auditorium
James Bond 007: Blood Stone
Fist of the North Star: Ken’s Rage
Blood Drive
Dragon Ball: Raging Blast 2
Winter Sports 2010: The Great Tournament

Xbox 360
MotionSports
Kinect Sports
Kinectimals
Your Shape: Fitness Evolved
Sonic Free Riders
Dance Central
The Biggest Loser Ultimate Workout
Kinect Joyride
Kinect Adventures!
Fighters Uncaged
Adrenalin Misfits
DanceMasters
Winter Sports 2010: The Great Tournament
The King of Fighters 2002 Unlimited Match
Megamind: Ultimate Showdown
Auditorium
James Bond 007: Blood Stone
Blood Drive
Fist of the North Star: Ken’s Rage
Dragon Ball: Raging Blast 2

DS
Chuck E. Cheese’s Game Room
Chuck E. Cheese’s Playhouse
Digging for Dinosaurs
Atari’s Greatest Hits Volume 1
Witches & Vampires: Secrets of Ashburry
Penguins of Madagascar
Jeopardy!
Petz Nursery 2
Imagine Fashion Stylist
Noah’s Ark
Are You Smarter Than a 5th Grader? Back to School
Wheel of Fortune
Art of Murder: FBI Top Secret
Busy Scissors
Megamind: The Blue Defender
GoldenEye 007
World Championship Spelling
Learning to Spell


A poderosa Rockstar voltou a ser palco de mais uma polêmica discussão no mundo dos games. A empresa é acusada de não pagar direitos autorais a um compositor brasileiro, depois de veicular no game GTA IV – Episodes From Liberty City, disponível para as plataformas PC, PS3 e Xbox 360 uma música de MC Miltinho.

A Justiça de Barueri, na Grande São Paulo, por meio de uma liminar expedida pela 3º vara Cível, determinou que a produtora Rockstar Games Inc. tire imediatamente de circulação todas as cópias disponíveis do jogo no mundo.

A música funk “Bota o dedinho pro alto” é o tema de todo este impasse. Ela foi composta pelo brasileiro Hamilton da Silva Lourenço e interpretada pelo seu filho de oito anos, MC Miltinho. A versão remixada está presente na expansão The Ballad of Gay Tony, que compõe o pacote do jogo. Pai e filho também pediram na Justiça uma indenização contra danos morais no valor de meio milhão de reais.


Uma notícia chamou a atenção no mundo dos games esta semana. Um japonês, fã da série Final Fantasy e detentor de 1% das ações da Square Enix no mercado, resolveu vender toda sua parte , arrecadando cerca de US$ 26 milhões. A consequência disto foi a diminuição do valor da empresa na bolsa de Tóquio em cerca de 5%.

Agora, a causa de tudo isto foi o mais curioso. Todo o imbróglio ocorreu porque o gamer não gostou da qualidade do último jogo da empresa, Final Fantasy XIV.

O japonês começou criticando o game no fórum oficial do jogo, deixando a seguinte mensagem:

“Assim que acordar amanhã pretendo instruir aqueles que cuidam das minhas preciosas ações da Square Enix (por poucas que sejam) a vender tudo. Square, obrigado por toda a diversão com seus produtos até hoje, com a exceção desse último. Adeus”

Segundo grande parte dos fãs da franquia, o novo título possui grandes problemas em sua jogabilidade. A Square Enix já se mostrou ciente do problema.

Final Fantasy XIV é um Massive Multiplayer Online e está disponível apenas para os computadores. Uma versão para os consoles, mais precisamente para o PlayStation 3, será lançada somente no ano que vem.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Confira os lançamentos da semana no mundo dos games


PC
Vindictus
Lost Planet 2
Painkiller: Pandemonium
Dynasty Warriors Online
Doc Clock: The Toasted Sandwich of Time
Everquest House of Thule
Borderlands: Game of the Year Edition
Dragon Age: Origins – Ultimate Edition
The Guild 2: Renaissance
Medal of Honor

PSP
DJ Max Portable 3
Invizimals

PS3
Disney Sing It: Party Hits
Who’s That Flying?!
Borderlands: Game of the Year Edition
Medal of Honor
Sonic the Hedgehog 4: Episode 1
Sengoku Basara: Samurai Heroes
Lucha Libre AAA Heroes del Ring
Dragon Age: Origins – Ultimate Edition

Xbox 360
Ninjabee Critic’s Choice Collection
Sonic the Hedgehog 4: Episode 1
Alan Wake: The Writer
Medal of Honor
Lucha Libre AAA Heroes del Ring
Borderlands: Game of the Year Edition
Dragon Age: Origins – Ultimate Edition

Wii
Doc Clock: The Toasted Sandwich of Time
Disney Sing It: Party Hits
Dragon’s Lair Trilogy
Just Dance 2
Casper’s Scare School: Spooky Sports Day
Sonic the Hedgehog 4: Episode 1
Sled Shred featuring the Jamaican Bobsled Team

DS
Solitaire Overload Plus
Lucha Libre AAA Heroes del Ring
Disney Interactive Studios
I Love Puppies
Logic Machines
ZhuZhu Pets 2: Featuring The Wild Bunch
Zhu Zhu Pets: Kung Zhu
Vampire Moon: The Mystery of the Hidden Sun
My Baby 3 & Friends
Jewels of the Tropical Lost Island
Super Scribblenauts
Lufia: Curse of the Sinistrals
Lufia: Curse of the Sinistrals
G.G Series: Super Hero Ogre
Deal or No Deal: Special Edition


O mundo não é mais o mesmo depois do evento histórico que marcou o resgate dos 33 mineiros, na Mina San José, no Chile. Depois de 69 dias sem contato com o mundo real e vivendo debaixo da terra, todos foram resgatados com vida.

Chamado de Los 33, o game reproduz a aventura de resgatar os 33 mineiros.

Para acessar o game, clique aqui.


Pessoal, segue na íntegra as informações sobre o concurso aberto pela Blizzard aqui no País, que vai premiar em quase Mil dólares dois brasileiros que jogam Starcraft II. Boa sorte.

Concurso de Comentaristas do Brasil

Som. Teste. 1, 2, 3, teste! Prepare a sua voz, coloque os fones de ouvido e faça os seus próprios relatórios de batalha para StarCraft II.

O Concurso de Comentaristas do Brasil finalmente chegou. Se você estava esperando por uma oportunidade de mostrar seus talentos de comentarista, não perca mais tempo.

Basta criar o seu próprio relatório de batalha para o StarCraft II para ter uma chance de ganhar um pacote de prêmios relacionados com a arte de comentar. Confira:

Dois ganhadores receberão o Grande Prêmio contendo:

Um microfone condensador USB e um”anti-pop”

Uma placa de vídeo NVidia GeForce GTX 480

Uma placa de som Creative Sound Blaster

Uma licença de uso para o software Fraps

Você provavelmente está se perguntando: “Onde e como posso achar um bom replay para comentar?”. Não se preocupe! Nós já preparamos um replay para você usar, apresentando dois dos melhores jogadores da América Latina: Fenix e Capoch. Clique aqui para mais informações.

O resto é com você. Estamos ansiosos para ver do que você é capaz!


PC
Lionheart: Kings’ Crusade
WRC: FIA World Rally Championship
Natalie Brooks: Triple Trouble Collection
NBA 2K11

Wii
Oops! Prank Party
Ben 10 Ultimate Alien: Cosmic Destruction
Sled Shred featuring the Jamaican Bobsled Team
Who Wants to Be a Millionaire: 3rd Edition
EA Sports NBA Jam
Haunted House
FIFA Soccer 11
Wii Party

Xbox 360
Comic Jumper: The Adventures of Captain Smiley
Castlevania: Lords of Shadow
Pro Evolution Soccer 2011
NBA 2K11
Def Jam Rapstar
Enslaved: Odyssey to the West
EA Sports NBA Jam

PSP
Actual Crimes: Jack the Ripper
Apache Overkill
Ben 10 Ultimate Alien: Cosmic Destruction
NBA 2K11

PS2
Ben 10 Ultimate Alien: Cosmic Destruction
NBA 2K11

PS3
Pro Evolution Soccer 2011
Actual Crimes: Jack the Ripper
Castlevania: Lords of Shadow
Ben 10 Ultimate Alien: Cosmic Destruction
NBA 2K11
Enslaved: Odyssey to the West
Def Jam Rapstar
EA Sports NBA Jam
John Daly’s ProStroke Golf

DS
FIFA Soccer 11
Petz Fantasy: Sunshine Magic
Vampire Moon: The Mystery of the Hidden Sun
Deer Drive
Jewels of the Tropical Lost Island
Littlest Pet Shop 3: Blue Team
Jewel Master: Cradle of Athena
Final Fantasy: The 4 Heroes of Light
Ben 10 Ultimate Alien: Cosmic Destruction
Pokemon Ranger: Guardian Signs
Shantae: Risky’s Revenge

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Primeiras impressões de “Halo: reach”


A palavra que eu encontrei para caracterizar Halo: reach foi maturidade. Sempre tive a impressão de que a série Halo era um pouco infantilizada, tendo como base a engine gráfica utilizada e as frases, principalmente na dublagem feita para o nosso querido português. Por outro lado, a história fundamentada, instigante e cheia de detalhes fez com que o título ganhasse fãs por todo o mundo.

Com a chegada de Halo: reach, exclusivo para o Xbox 360, da Microsoft, o tema passou a ser mais voltado para a ação, deixando de lado o que realmente pesava nas edições anteriores, ou seja, o enredo cheio de mudanças e surpresas.

A palavra clichê também merece destaque, já que o game foi nivelado para a parte de combate e, o que encontramos na história, não é muito diferente do que aparece nos outros jogos de guerra.


Lutas frenéticas, controle e defesa de território munido tornaram-se tema corriqueiro no novo enredo na Bungie. A palavra maturidade veio por mim apenas para mostrar o que muitas pessoas procuram nos jogos atuais de guerra. Cada vez mais confrontos e menos histórias. Por um lado, para este que vos escreve, pode ser um ponto positivo, mas temos que tomar cuidado para que a série não entre em uma rodovia de mão única e perca o que de principal a marcou nos últimos anos: a história.

Graficamente, Halo: reach possui poucas mudanças ao seu antecessor, Halo: ODST, com ênfase no brilho e nos detalhes dos personagens. Ponto para os cenários, que continuam deslumbrantes.


Na jogabilidade, pouco se mudou. O que se pode notar é a presença de novas armas, além de alguns “poderes”, como a proteção de armadura e a possibilidade de voar, por meio dos jatpacks. Agora, você pode customizar seu personagem, comprando acessórios no início do jogo. Os pontos para a negociação são adquiridos após o término das fases e dependendo do seu rendimento durante a missão. Capacetes, ombreiras, joelheiras e cor do visor são alguns dos itens que podem ser modificados.

O som ambiente e a trilha sonora continuam impecáveis, como nos títulos anteriores. A imersão é gigantesca, fazendo você se sentir parte do Nooble Team.

Ainda há muito o que se falar de Halo: reach, principalmente com relação ao seu modo online, que para muitos, é um dos melhores de todos os tempos. Mas este capítulo, fica para o próximo post, já que precisará ser amplamente analisado.